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Ataque em Israel é suicida para liderança do Hamas, diz cientista político americano

Segundo Ian Bremmer, país tem a posição geopolítica mais forte que já teve em décadas e resposta militar será forte

07/10/2023 19h26
Por: Redação
Ataque em Israel é suicida para liderança do Hamas, diz cientista político americano

Um conflito de proporções alarmantes irrompeu neste sábado (7) quando cerca de 2.200 foguetes disparados pelo Grupo Islâmico Hamas atingiram Israel, resultando na trágica morte de pelo menos 200 israelenses. Enquanto isso, em Gaza, outros 232 palestinos perderam a vida e 1.697 ficaram feridos, de acordo com informações do Ministério da Saúde palestino.

As imagens revelaram a intensidade da ofensiva do Hamas, uma organização 

pelos Estados Unidos e pela União Europeia, bem como a resposta imediata de Israel à escalada de violência.

O conflito teve origem na Faixa de Gaza, de onde partiram os ataques, conforme confirmado pelas Forças de Defesa de Israel (FDI). Horas antes do início dos ataques, Muhammad Al-Deif, comandante militar do Hamas, divulgou uma mensagem gravada anunciando a operação "Tempestade Al-Aqsa". Nessa mensagem, Al-Deif declarou que o grupo militante palestino tinha como alvo as posições 

inimigas, aeroportos e instalações militares de Israel, disparando milhares de foguetes.

A situação delicada na região tem despertado preocupação internacional, com líderes mundiais apelando à moderação e à busca de soluções diplomáticas. Em meio a essa escalada de violência, o cientista político americano Ian Bremmer expressou uma opinião contundente, afirmando que o ataque do Hamas a Israel pode ser "suicida" para a liderança do grupo, considerando a 

posição geopolítica atual de Israel como uma das mais fortes das últimas décadas e alertando para uma possível resposta militar vigorosa por parte do país.

O mundo observa com apreensão o desenrolar dessa crise que já deixou marcas profundas em ambas as comunidades envolvidas, enquanto os esforços pela paz e estabilidade na região permanecem uma prioridade global.

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