
O mistério sobre o desaparecimento de Ágatha Isabelly e Allan Michael ganhou um novo capítulo nesta semana. Após a circulação de relatos de que os irmãos teriam sido avistados em um hotel na região central de São Paulo, a Polícia Civil paulista agiu rapidamente para verificar a informação, mas o resultado foi negativo.
Agentes da Divisão Antissequestro (DOPE) realizaram diligências nos endereços apontados pelas denúncias. No entanto, após a abordagem e conferência, as autoridades confirmaram que as crianças presentes no local não eram os irmãos sumidos no Maranhão.
Em nota oficial, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) foi enfática ao declarar que o fato não procede e que a identificação das crianças encontradas na capital paulista foi devidamente esclarecida pelos policiais.
Com o descarte dessa pista em solo paulista, os esforços voltam a se concentrar integralmente na zona rural de Bacabal. Ágatha, de seis anos, e Allan, de quatro, foram vistos pela última vez no dia 4 de janeiro, no povoado São Sebastião dos Pretos.
O Secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, reafirmou que as operações seguem duas frentes principais:
Buscas Físicas: Varreduras contínuas em regiões de mata fechada, além de vistorias em rios e lagos da região quilombola.
Inteligência: Uma investigação policial rigorosa para apurar qualquer indício que leve ao paradeiro dos menores.
A força-tarefa, que já conta com o apoio de informações fornecidas pelo primo Wanderson Kauã (resgatado anteriormente), não tem data para ser encerrada. As autoridades seguem em alerta máximo para qualquer nova pista que apresente fundamento real.
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